
Brincando com a Morte
Com direção de Alexandre Tenório, a peça Brincando com a Morte (Funeral Games) do dramaturgo inglês Joe Orton é um suspense que reúne humor negro, situações surreais, comédia e melodrama em uma montagem que fala do uso da fé como instrumento de manipulação e geração de riquezas, de um suposto adultério e de assassinatos.
Brincando com a Morte foi escrita, originalmente, para a televisão, em 1966, no período mais criativo da carreira de Joe Orton que vai até 1967. O diretor Alexandre Tenório afirma que o texto é mais atual e contundente hoje, dentro da realidade brasileira, do que quando foi escrito. “Funeral Games tem a força necessária para entrar no subconsciente da sociedade, pela fresta do social e emocional”.
Carregada de um humor ácido, a peça é uma sátira à caridade cristã. Critica a hipocrisia, as falsas religiões e também a moral vigente. Orton, em sua curta e intensa carreira surpreende, choca e diverte com refinamento e deboche, revelando as contradições humanas.
Traduzida por Eduardo Muniz, o espetáculo tem elenco formado por Fernanda Couto, Edu Guimarães, Kiko Vianello e Tadeu Di Pyetro. A ficha técnica tem ainda Theodoro Chocrane na criação do figurino, Chris Aizner na cenografia, Caetano Vilela na iluminação, Dr. Morris na trilha sonora e Carlos Mamberti na produção.
Ficha técnica
Espetáculo: Brincando com a Morte
Texto: Joe Orton
Tradução: Eduardo Muniz
Direção: Alexandre Tenório
Elenco: Fernanda Couto, Edu Guimarães, Kiko Vianello e Tadeu Di Pyetro.
Figurino: Theodoro Chocrane
Cenário: Chris Aizner
Iluminação: Caetano Vilela
Trilha sonora: Dr. Morris
Programação visual: Estúdio Bogari
Fotos: Alexandre Catan
Direção de produção: Carlos Mamberti
Produção executiva: Daniel Palmeira
Realização: Ananda Produções e CD4 Produções
Patrocínio: Carbocloro, Porto Seguro e Vedacit
Apoio: ProAC – ICMS (Programa de Ação Cultural do Estado de São Paulo)

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