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QUEM É QUEM EM O BEM-AMADO
Marco Nanini é:
- o carismático Odorico Paraguaçu que exerce seu fascínio sobre o povo sucupirano e, na condição de “jenipapista juramentado”, excita a imaginação das irmãs Cajazeiras.
Marcelo Olinto é:
- Dirceu Borboleta, o pueril e frágil secretário do prefeito, que fez voto de castidade e alimenta uma fixação quase sexual pelas borboletas que caça para sua coleção.
Bel Garcia é:
- Dulcinéa, a única das irmãs Cajazeiras que se casou – por artes do destino, justamente com o “irmão oblato” Dirceu Borboleta – e a grande vítima da mistura de “política com safadagem” praticada pelo prefeito.
Susana Ribeiro é:
- Dorotéa, a mais austera das Cajazeiras, cuja vocação virginal é abalada “somentemente” pelos galanteios do prefeito nas sessões de “jenipapação” que, junto com as irmãs, promove em sua casa.
Raquel Rocha é:
- Judicéa (Juju, para os íntimos), a histérica e desfrutável irmã Cajazeira, que com sua volúpia traz de volta à vida seu primo Ernesto, um “agonizantista praticante”.
César Augusto é:
- Péricles Ananias, político da oposição que, na defesa de seus interesses, não hesita em compactuar com os desvios de verba do prefeito para a obra “faraoniquíssima” do cemitério da cidade;
- Chico Moleza, o mais indolente dos cidadãos de Sucupira, alçado ao cargo de coveiro do município;
- Hilário, o tio das irmãs Cajazeiras que, para o desespero de Odorico, impede a realização do enterro da sobrinha em terras sucupiranas.
Gustavo Gasparani é:
- Zeca Diabo, “o terror do nordeste”, “assassino de velhos e crianças”, nomeado delegado de polícia de Sucupira pelo prefeito, com o intuito brindar a cidade com um defunto, indispensável à inauguração do cemitério; para a “deceptude” dde Odorico, no entanto, não honra seu “pratrasmente cangacista”;
- Nezinho do Burro, um alcoolofilista juramentado;
- Ernesto, o primo soteropolitano das irmãs Cajazeiras que chega moribundo a Sucupira e, graças às artes de Juju, deixa a cidade novinho em folha, pronto para reassumir a liderança de sua banda de axé.
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